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Programas de Iniciação à Pesquisa e Monitoria oferecem 139 vagas, com bolsas de até 50% de desconto

As inscrições terminam no dia 09 de fevereiro de 2017. Saiba como se inscrever nos links abaixo:

Programa de Iniciação à Pesquisa >> http://www.saojose.br/ja-sou-aluno/iniciacao-a-pesquisa/

Programa de Monitoria >> http://www.saojose.br/ja-sou-aluno/monitoria/


Para conhecer um pouco mais sobre os programas, confira na entrevista abaixo, realizada pelo Prof. Fernando Maia,
Gerente Acadêmico dos cursos de graduação, com o Prof. Dr. José Eduardo, coordenador de Monitoria e Iniciação à Pesquisa. Saiba também qual a importância de participar desses programas, como se preparar para o processo seletivo e qual o perfil necessário ao candidato.

 

1)  Prof. José Eduardo, como estão as inscrições dos alunos para os referidos programas?

Os programas tradicionalmente recebem um número significativo de alunos que se candidatam a cada semestre, e esse número vem crescendo a  cada semestre, quer em termos de novas vagas por disciplinas, quer considerando os  candidatos inscritos. Mas, observamos que neste primeiro semestre de 2017 tem havido um aumento significativo de candidatos. E, na minha opinião, esse crescimento acima do padrão envolve tanto fatores internos, na medida em que a profissionalização dos programas de Monitoria e Iniciação à Pesquisa se consolida, resultando em uma maior visibilidade, como, também, por fatores externos, em decorrência da crise financeira, já que os  programas oferecem bolsas de 50% para todos os cursos, com exceção de Odontologia, que oferece R$ 200,00 de desconto na mensalidade. Neste semestre, temos 33 vagas disponíveis para Iniciação à Pesquisa e mais 106 vagas para Monitoria.

“É necessário que o aluno tenha um perfil de investigação e de curiosidade, que é a matriz para construção e desenvolvimento do conhecimento.”

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2)  Qual importância destes programas para a vida acadêmica e profissional dos alunos?

Na realidade, vejo tais programas com um resultado de médio e longo prazos. Em primeiro lugar o aluno que participa de tais programas se insere em um campo que os demais alunos dificilmente entrariam em contato que são, por exemplo, os bastidores de organização de uma aula, o planejamento e a participação direta em eventos acadêmicos, internos e externos, tais como Congressos,  Jornadas Científicas, Semanas Acadêmicas e Eventos profissionais. Em segundo lugar, mas não menos importante, os alunos se capacitam para as atividades didático-pedagógicas, em especial no exercício da Monitoria e para a investigação científica no programa de Iniciação à Pesquisa. Eu mesmo, na graduação e na pós, participei como estudante-pesquisador e reconheço que tal participação transformou o meu encaminhamento profissional para o meio acadêmico. Por fim, acredito, em outros aspectos mais subjetivos, que farão com que cada aluno participante explore as suas potencialidades individuais, tais como a oralidade, espírito crítico e analítico e aspectos comportamentais e interpessoais, em geral.

 

3)   Prof. José Eduardo, qual é o recado que o senhor pode dar aos alunos  que desejam participar dos Programas?

Bem, o principal recado é que se envolvam e se informem acerca das disciplinas que estão sendo oferecidas  para Monitoria  e Iniciação à Pesquisa no presente semestre,  cujo edital está publicado no site das Faculdades São José. Assim como, se preparem para o processo seletivo que ocorrerá entre os dias 13 a 17 de fevereiro. O mesmo vale para a Iniciação à Pesquisa, pois é necessário que este aluno tenha um perfil de investigação e de curiosidade, que é a matriz para construção e desenvolvimento do conhecimento.

 

4)  Para finalizar nossa entrevista, resuma sua trajetória nas Faculdades São José e sua formação acadêmica.

Sou professor das FSJ desde 1998, a primeira disciplina que ministrei foi Administração Pública para o curso de Administração Hospitalar naquele ano. Sou mestre em Ciência Política e Doutor em Planejamento Urbano e Regional. Há cerca de 8 anos estou na Coordenação de Monitoria e Iniciação à Pesquisa. Como buscamos institucionalmente  uma visão integral, considero que as ações nesse campo devem ser discutidas e elaboradas com o apoio da Reitoria, da Direção Geral de Ensino e das Coordenações  que englobam 11 cursos de graduação, formando assim, uma identidade acadêmica coesa e produtiva.